
O setor agrícola teve o maior peso no crescimento do PIB brasileiro no segundo trimestre deste ano. O período da colheita da safra, onde ocorre o maior volume de negócios influenciou diretamente para que o setor agrícola tivesse papel fundamental na formação do quadro que compõem as riquezas produzidas no país. A agricultura representou 7,1%, seguida da indústria e prestação de serviços.// Café, milho, arroz e soja , não necessariamente nessa ordem, tiveram as maiores contribuições no segundo trimestre deste ano.
Não é de agora que a agricultura tem papel importante. No ano passado representou 24% da economia brasileira. Baseado nesses números o setor pede mais atenção do Governo Federal, no que se refere as políticas agrícolas. No caso específico de Mato Grosso, infra-estrutura, como estradas, armazéns e tratamento diferenciado nas linhas de financiamento. Não vamos esquecer que o complexo soja é o que tem feito a diferença e o Estado é o maior produtor do país.
Nesta semana também o governo bateu o martelo e publicou no Diário Oficial da União a planilha com os preços mínimos para a próxima safra. No caso da soja rejuste será de 62,8% o que eleva o preço mínimo da saca, de R$ 14,00 para R$ 22,80. Tudo bem que o preço mínimo praticamente não influencia na cultura, até porque o governo não possui estoque regulador, mas se influenciasse já estaria defasado. Pra produzir os 60 quilos de soja seriam necessários R$ 29,50, segundo levantamento do IMEA - Instituto Mato-Grossense de Economia Agrícola. Com relação ao milho a tabela do governo é importante, porque a maioria dos negócios são internos, há leilões freqüentes, e o preço mínimo se torna um balizador. Mas de acordo com Seneri Paludo, Superintendente do IMEA, um estudo, ainda em fase preliminar, mostra que o valor que deverá ser pago pelo governo para a saca do grão, no ano que vem, no caso R$ 13,20 já estaria R$ 1,30 abaixo do que vai custar para que seja produzido em Mato Grosso. O preço mínimo foi estabelecido em R$ 14,50. Mas é bom que se tenham em mente que isso tudo é uma realidade para Mato Grosso, por isso o tratamento diferente que o setor reivindica há algum tempo.
Nesta semana também o governo bateu o martelo e publicou no Diário Oficial da União a planilha com os preços mínimos para a próxima safra. No caso da soja rejuste será de 62,8% o que eleva o preço mínimo da saca, de R$ 14,00 para R$ 22,80. Tudo bem que o preço mínimo praticamente não influencia na cultura, até porque o governo não possui estoque regulador, mas se influenciasse já estaria defasado. Pra produzir os 60 quilos de soja seriam necessários R$ 29,50, segundo levantamento do IMEA - Instituto Mato-Grossense de Economia Agrícola. Com relação ao milho a tabela do governo é importante, porque a maioria dos negócios são internos, há leilões freqüentes, e o preço mínimo se torna um balizador. Mas de acordo com Seneri Paludo, Superintendente do IMEA, um estudo, ainda em fase preliminar, mostra que o valor que deverá ser pago pelo governo para a saca do grão, no ano que vem, no caso R$ 13,20 já estaria R$ 1,30 abaixo do que vai custar para que seja produzido em Mato Grosso. O preço mínimo foi estabelecido em R$ 14,50. Mas é bom que se tenham em mente que isso tudo é uma realidade para Mato Grosso, por isso o tratamento diferente que o setor reivindica há algum tempo.