
Os produtores rurais têm menos uma semana para fazer, junto às instituições financeiras, o pedido para regularização das dívidas agrícolas. Depois de toda a discussão chegou a hora de formalizar a repactuação da dívida. As normas foram estabelecidas pela medida provisória e resoluções do Banco Central, agora o produtor rural precisa procurar o banco, preencher o formulário e pedir a adesão a essas normas. O prazo vence no 30.
Mas a nova lei não está do agrado dos produtores. Primeiro, poruqe a parcela 2008 para os financiamentos de investimento e custeio, vence no dia 1º de outubro. Quem têm este tipo de dívida terá que desembolsar pelo menos 40% da parcela e é aí que o bicho pega, como se diz na gíria. Muitos devedores dizem não ter o dinheiro. A orientação da Federação da Agricultura de Mato Grosso, para os produtores que não tiverem condições de quitar os 40% da parcela é que procurem os bancos e formalizem a adesão as normas, como os demais, e peçam alongamento da dívida até dezembro deste ano. Além disso a FAMATO ainda orienta que os produtores enviem ao Ministério da Agricultura cópia da correspondência do pedido de prorrogação da parcela. Os modelos dessas cartas, estão no site da instituição e disponíveis aos agricultores.
Mas a nova lei não está do agrado dos produtores. Primeiro, poruqe a parcela 2008 para os financiamentos de investimento e custeio, vence no dia 1º de outubro. Quem têm este tipo de dívida terá que desembolsar pelo menos 40% da parcela e é aí que o bicho pega, como se diz na gíria. Muitos devedores dizem não ter o dinheiro. A orientação da Federação da Agricultura de Mato Grosso, para os produtores que não tiverem condições de quitar os 40% da parcela é que procurem os bancos e formalizem a adesão as normas, como os demais, e peçam alongamento da dívida até dezembro deste ano. Além disso a FAMATO ainda orienta que os produtores enviem ao Ministério da Agricultura cópia da correspondência do pedido de prorrogação da parcela. Os modelos dessas cartas, estão no site da instituição e disponíveis aos agricultores.
O segundo problema que desagradou a classe é que a nova lei permite aos bancos que renegociem as dívidas com apenas 60% da carteira. Isso vai permitir que o banco escolha com quem pretenderá renegociar, deixando de fora o restante dos endividados. Para Rui Prado, presidente da Famato, isso é discriminação.