Mais uma vez Mato Grosso no topo da lista dos Estados que mais desmatam.
De 112, em março, para 794 quilômetros quadrados em abril. Um aumento e tanto, mas o próprio INPE acredita que as nuvens estão sobre os números. Em março 69% da área de Mato Grosso estavam cobertas, e em abril apenas 14% o que certamente foi responsável por essa diferença espantosa. De qualquer maneira o desmatamento existiu. Resta saber o que foi autorizado e o que é ilegal e então, punir quem estiver fora da lei.
De 112, em março, para 794 quilômetros quadrados em abril. Um aumento e tanto, mas o próprio INPE acredita que as nuvens estão sobre os números. Em março 69% da área de Mato Grosso estavam cobertas, e em abril apenas 14% o que certamente foi responsável por essa diferença espantosa. De qualquer maneira o desmatamento existiu. Resta saber o que foi autorizado e o que é ilegal e então, punir quem estiver fora da lei.
O interessante nessa guerra de números é que começam a surgir discursos novos. O Ministro Carlos Minc usou até uma frase de efeito: "não adianta chorar sobre a seiva derramada" é preciso trabalhar. No mesmo instante, em Cuiabá, o governador Blairo Maggi disse que o combate ao desmatamento precisa ser preventivo. Parece que as instâncias governamentais estão se entendendo e isso pode resultar em ações positivas.
Enaquanto isso em Roma, na Itália, a cúpula de segurança alimentar da ONU discute o agravamento da crise global de alimentos. Os biocombustíveis, como o etanol e biodiesel, estão sendo questionados. O argumento para os defensores de fontes renováveis e menos poluentes é o aquecimento do planeta e, neste caso, queimar petróleo é contribuir com o efeito estufa. Falta comida, mas mudar a matriz energética também é uma questão de sobrevivência. Enfim, nunca antes, o mundo esteve diante de um dilema tão grande. A saída parece lógica: aumentar a produção de grãos. Nessa convocação o Brasil não fica de fora. O que o governo precisa fazer é incentivar, via programas de crédito, a recuperação de áreas degradadas, fazer com que voltem a produzir e também melhorar a pesquisa e a tecnologia das lavouras.
Enaquanto isso em Roma, na Itália, a cúpula de segurança alimentar da ONU discute o agravamento da crise global de alimentos. Os biocombustíveis, como o etanol e biodiesel, estão sendo questionados. O argumento para os defensores de fontes renováveis e menos poluentes é o aquecimento do planeta e, neste caso, queimar petróleo é contribuir com o efeito estufa. Falta comida, mas mudar a matriz energética também é uma questão de sobrevivência. Enfim, nunca antes, o mundo esteve diante de um dilema tão grande. A saída parece lógica: aumentar a produção de grãos. Nessa convocação o Brasil não fica de fora. O que o governo precisa fazer é incentivar, via programas de crédito, a recuperação de áreas degradadas, fazer com que voltem a produzir e também melhorar a pesquisa e a tecnologia das lavouras.
Isso é trabalhar preventivamente, é dar opção para que não seja preciso abrir novas clareiras nas florestas e nem sair por aí para cassar bois piratas.
O vídeo abaixo foi ao ar no Bom Dia Mato Grosso da TV Centro América, Cuiabá, nesta data.
