
O novo Ministro de Meio Ambiente criou expectativa em ralação aos números de desmatamento no mês de abril. Disse que a divulgação seria início da semana, mas nada foi anunciado. O INPE diz que os números não estão fechados. Mas pelos corredores, inclusive do Palácio Paiaguás, é de que lá em Brasília a decisão foi divulgar tais números só depois da posse de Carlos Minc. Talvez para evitar falatório, principalmente envolvendo o Governado Blairo Maggi, um aliado do Presidente Lula, no caso de Mato Grosso ficar no topo do desmatamento.
Mas a questão da Amazônia tomou uma proporção bem maior do que a diferença de pensamentos entre o ministro e o governador. Ontem o Jornal O Globo, divulgou a notícia de que a agência Brasileira de Inteligência – ABIN teria um relatório reservado em que um empresário sueco chamadao Johan Eliasch, estaria fazendo uma campanha entre empresários ingleses para comprar ou fazer doações para aquisição de terra na Amazônia. E mais: esse empresário, segundo O Globo, teria avaliado a Floresta Amazônica em 50 bilhões de dólares. Coincidência ou não, na semana passada o New York times fez a seguinte pergunta: De quem é a Amazônia? O próprio presidente, Luis Inácio Lula da Silva, respondeu ontem, durante o vigésimo fórum Nacional, realizado no Rio de Janeiro, que a Amazônia tem dono. É dos brasileiros. Sem desmerecer a declaração do presidente, é bom lembrar que também na semana passada, o ministro Mangabeira Unger, em Cuiabá, numa conversa com jornalista afirmou que a questão da soberania nacional, no que se refere a Amazônia, pode sim estar ameaçada e que os brasileiros precisam ocupar a região. Aí vem o dilema: como ocupar sem destruir? Eis o desafio para nossos governantes!
Mas a questão da Amazônia tomou uma proporção bem maior do que a diferença de pensamentos entre o ministro e o governador. Ontem o Jornal O Globo, divulgou a notícia de que a agência Brasileira de Inteligência – ABIN teria um relatório reservado em que um empresário sueco chamadao Johan Eliasch, estaria fazendo uma campanha entre empresários ingleses para comprar ou fazer doações para aquisição de terra na Amazônia. E mais: esse empresário, segundo O Globo, teria avaliado a Floresta Amazônica em 50 bilhões de dólares. Coincidência ou não, na semana passada o New York times fez a seguinte pergunta: De quem é a Amazônia? O próprio presidente, Luis Inácio Lula da Silva, respondeu ontem, durante o vigésimo fórum Nacional, realizado no Rio de Janeiro, que a Amazônia tem dono. É dos brasileiros. Sem desmerecer a declaração do presidente, é bom lembrar que também na semana passada, o ministro Mangabeira Unger, em Cuiabá, numa conversa com jornalista afirmou que a questão da soberania nacional, no que se refere a Amazônia, pode sim estar ameaçada e que os brasileiros precisam ocupar a região. Aí vem o dilema: como ocupar sem destruir? Eis o desafio para nossos governantes!