Dia desses dei carona para uma jovem que encontrei no restaurante onde almoço todos os dias. Vinte e poucos anos, conversa fácil, porém distante dos padrões acadêmicos, mas, enfim, cada um tem direito de falar como quiser. O problema não é esse. A minha surpresa foi quando, num determindo momento, a jovem abriu o vidro do carro e sem cerimônia alguma jogou pela janela a latinha do refrigerante trazido do restaurante e que acabara de beber.
Instintivamente reprimi a atitude dela e mostrei a sacolinha que carrego junto a alavanca do câmbio justamente para depositar o lixo. A resposta que obtive me deixou mais perplexo ainda: "Não se preocupe é só uma latinha e alguém logo logo recolhe" e mudou de assunto como se nada tivesse acontecido.
Essa situação vez ou outra me vem à mente. Eu, que aprendi com minha mãe, desde cedo, a separar o lixo orgânico do outro, fico pensando na atitude sem culpa da tal universitária. Por aí entendo porque o quarteirão do Estádio Verdão, em Cuiabá, onde costumo fazer caminhadas, é quase um depósito de lixo a céu aberto. O lugar é lindo. Belas árvores, amplo, mas sujo. Tem de tudo, de garrafas e sacos plásticos a restos de construção.
Quem são os culpados? Os vizinhos e provavelmente quem passa por lá.
Quando vemos pela tv que o planeta pode entrar em colapso, pensamos logo em grandes chaminés expelindo uma densa fumaça. Tudo bem, eles também contribuem para o aquecimento global, mas jogar a latinha, o saquinho plástico ou a colherinha do sorvete também é poluir.
O ser humano é poluidor por natureza. Dizem que produzimos mais de um quilo de lixo todos os dias. Se isso é inevitável temos a obrigação de dar um destino correto a ele. Isso podemos!!!!
Instintivamente reprimi a atitude dela e mostrei a sacolinha que carrego junto a alavanca do câmbio justamente para depositar o lixo. A resposta que obtive me deixou mais perplexo ainda: "Não se preocupe é só uma latinha e alguém logo logo recolhe" e mudou de assunto como se nada tivesse acontecido.
Essa situação vez ou outra me vem à mente. Eu, que aprendi com minha mãe, desde cedo, a separar o lixo orgânico do outro, fico pensando na atitude sem culpa da tal universitária. Por aí entendo porque o quarteirão do Estádio Verdão, em Cuiabá, onde costumo fazer caminhadas, é quase um depósito de lixo a céu aberto. O lugar é lindo. Belas árvores, amplo, mas sujo. Tem de tudo, de garrafas e sacos plásticos a restos de construção.
Quem são os culpados? Os vizinhos e provavelmente quem passa por lá.
Quando vemos pela tv que o planeta pode entrar em colapso, pensamos logo em grandes chaminés expelindo uma densa fumaça. Tudo bem, eles também contribuem para o aquecimento global, mas jogar a latinha, o saquinho plástico ou a colherinha do sorvete também é poluir.
O ser humano é poluidor por natureza. Dizem que produzimos mais de um quilo de lixo todos os dias. Se isso é inevitável temos a obrigação de dar um destino correto a ele. Isso podemos!!!!